O Palmeiras pediu mais tempo ao Nacional, do Uruguai, para cumprir as obrigações financeiras restantes pela contratação do lateral-esquerdo Matías Viña, contratado pelo Verdão no dia 31 de janeiro
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O acordo foi fechado em R$ 16,5 milhões, em três vezes. Após acordo com os uruguaios, a diretoria do Palmeiras pagou dois terços da parcela de março. O restante seria pago em abril, mas a diretoria negocia quitar este valor no segundo semestre.
Sem jogos, houve diminuição na entrada de dinheiro e consequentemente uma preocupação maior com fluxo de caixa. O Dinamo de Kiev, por exemplo, solicitou ao Verdão quitar uma das parcelas da venda de Tchê Tchê, que venceria em março, somente no segundo semestre.
A informação do pedido alviverde foi publicada neste domingo pelo Ovación Digital, do El País, do Uruguai. O Palmeiras tem expectativa de conseguir manter nos próximos meses a cota de seus patrocinadores. O investimento da Crefisa e da FAM, por exemplo, é de R$ 81 milhões por ano apenas pela exposição das marcas no uniforme alviverde.
O Verdão adota cautela para avaliar a situação financeira durante o período sem jogos. Com o grupo de férias até o fim do mês, ainda se discute quais medidas serão tomadas a partir de maio.
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