O Palmeiras voltará a atuar no Allianz Parque depois de quatro meses e meio. O duelo com o Água Santa, válido pela última rodada da fase de grupos do Paulistão, pode parecer desimportante para o time alviverde, já classificado às quartas de final, mas vale a vantagem de atuar em casa contra o Santo André na disputa por uma vaga na semifinal.
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A equipe do técnico Vanderlei Luxemburgo busca a liderança no Grupo B do Estadual, numa disputa com o Santo André, que enfrenta Ituano como mandante, no Canindé. Os dois jogos serão disputados hoje (26), às 16h (horário de Brasília).
O time do ABC é líder da chave, com 20 pontos, um a mais que os palmeirenses. Um eventual empate na pontuação dá a primeira colocação ao Santo André, que soma mais vitórias na competição.
Dessa forma, o Palmeiras tem a obrigação de vencer o Água Santa e ainda torcer para um tropeço do adversário. Caso isso aconteça, o time alviverde receberá o Santo André no Allianz Parque na próxima quarta-feira (29), em jogo único, por uma vaga na semifinal.
Além disso, a pontuação na primeira fase segue contando para o restante do campeonato. A posição dos times definirá os dois duelos das semifinais, que também terá partida única. O dono da melhor campanha enfrenta o quarto melhor colocado em casa, assim como o segundo lugar contra o terceiro.
Hoje, o Palmeiras ocupa a terceira posição geral do Paulistão, com 19 pontos. O Santo André é o segundo, com 20, mesma pontuação do Red Bull Bragantino, que fica à frente pelo saldo de gols. Em seguida, vêm São Paulo, 18 pontos, e Santos, 16.
O Palmeiras tenta encerrar um jejum de 12 anos sem títulos do Campeonato Paulista. É a segunda maior seca do clube no Estadual, assim como foi entre 1996 e 2008, ano do último troféu. A maior delas aconteceu entre 1976 e 1993. As últimas quatro conquistas do clube, em 1993, 1994, 1996 e 2008, tiveram Vanderlei Luxemburgo no comando.
Palmeiras, verdão, Água Santa, Luxa, Paulistão, 2020
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Um time como o palmeiras ficar 12 anos sem um paulistinha, é muita mediocridade de dirigentes jogadores treinadores e tambem da torcida que muitas vezes quando o time precisa de apoio estão vaiando chingando jogadores.