Era uma vez um jovem português que deixou o Velho Mundo em busca de aventuras, sucesso e de testar seu conhecimento além mar. Ouvira maravilhas a respeito do Novo Mundo e suas oportunidades. Soube que havia um Eldorado a ser explorado, com vasta oferta de trabalhadores capacitados e uma certa crise de liderança. Sabia que compatriotas tinham cruzado o Atlântico antes dele. Alguns fracassaram, outros tiveram sucesso retumbante.
Longe de ser arrogante, confiava no conhecimento adquirido, nos anos de estudo e na trajetória no continente em que sua atividade fora inventada e se desenvolvera. Mesmo ciente de que os povos nativos da América fossem tão bons ou até melhores que os europeus nesta arte.
Foi bem recebido, rapidamente se adaptou à terra desconhecida e viu condições superiores às que tivera antes para desenvolver seu trabalho. Não estranhou o clima, mas foi acometido por uma doença que o tirou de combate por alguns dias.
Em pouco tempo obteve resultados.
Mas havia os mistérios além do mar. As enormes distâncias, o clima, a desorganização.
Alguns dos povos nativos são difíceis de serem dominados. Quando parecem subjugados é que lutam mais, com táticas diferentes daquelas estudadas e conhecidas por ele e seus oficiais nos compêndios de disputas europeias.
Os torneios entre as tribos locais são duros. Disputados com regras que o viajante conhece, mas métodos outros.
Não basta derrubar o inimigo, é preciso nocauteá-lo.
A luta em território desconhecido pode ser mais favorável do que o combate em seu próprio terreno.
Há o conhecimento do passado, estrategistas que vivenciaram muitas batalhas anteriores e agora estão no comando de seus exércitos.
As metáforas do futebol e da vida se encontraram diante dos olhos do português Abel Fernando Moreira Ferreira numa noite abafada do verão sul-americano do século 21.
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ISSO é escrever
Eu já ouvia o Luiz Noriega nos anos 70! Que saudade daquelas narrações vibrantes!
Grande Noriega, faco das brilhantes palavras do Jair Barbosa de Souza, as minhas palavras! Tive muita alegria ouvindo o narrador Luiz Noriega nos anos e não sabia que ele era palmeirense! Vc Maurício é uma das raras coisas do nosso jornalismo sério e imparcial! Parabéns! Sou seu fã e aprecio muito seus excelentes comentários Carlos Rodrigues Perobal PR
Parabéns pelo texto, resumiu bem a trajetória do comandante alviverde.Que vai ganhar a América dia 30/01/2021
Só para lembrar, Pai do Maurício é LUIZ NORIEGA
Poucos são os jornalistas esportivos que escrevem com a razão e não com a paixão clubista, parabéns. Seu Pai, com cereteza, está orgulhoso com filho que educou.
Parabéns, texto preciso e renovador, é hora de curar as feridas, recuperar a energia e se preparar para o duelo final!!!............ dalheeee porkooooo.........
Nosso Verdão chegará ao segundo título!
Texto fantástico do Noriega! Belos comentários de Jair Barbosa e José Carlos, tenho certesa que o Verdão
Só resta acrescentar no texto do Noriega,que Abel lê o texto e assimile o golpe,e contra golpeie,só assim sairemos vitoriosos em outras batalhas.Como diz o mestre AVANTI PALESTRA
Parabéns! Mauricio Noriega! Lindo texto, ai mostra um grande comentarista esportivo imparcial com grande competência. Nos palmeirense nao queremos que puxe o saco do Palmeiras, mais que seja imparcial. Queremos que fale somente a verdade, sem clubismo, queremos ser avaliado pelo comentarista esportivo não pelo torcedor rival.
Avanti Palestra!
Bonitas palavras Mauricio noriega, certíssimo nas palavras agora bastasvesses soldados não pipocar e dale ????????