Quase três meses depois da conquista do Palmeiras na Copa Libertadores diante do Santos, a semifinal contra o River Plate segue rendendo. A equipe comandada por Abel Ferreira surpreendeu ao derrotar os argentinos por 3 a 0 na partida da ida disputada e, Bueno Aires, e depois teve um jogo completamente difícil na volta, com os time de Marcelo Gallardo vencendo por 2 a 0 no Allianz Parque.
Em entrevista ao The Players’ Tribune, Gabriel Menino, um dos destaques da partida de ida, revelou que ficou incomodado com a atitude dos jogadores do River Plate antes da bola rolar. “Quando a gente entrou pra aquecer, eles estavam aquecendo do outro lado e eu vi que eles estavam totalmente calmos e rindo. A gente comentou isso no vestiário. Acho que faltou um pouquinho de respeito da equipe deles com a gente.”
“Claro que foi um excelente jogo, são duas grandes equipes, mas eles tinham que ter nos respeitado um pouco. Eu ali fiquei com raiva. [Pensei] ‘Pô, o que será que a gente fez pra chegar até aqui? Não, não foi atoa’”, completou.
O ex-jogador Alex, que conquistou a Libertadores com a camisa do Palmeiras em 1999, destacou que a vitória Alviverde na Argentina foi um marco importante na trajetória da equipe na conquista da temporada passada. “Pra mim o momento mais marcante da campanha é River Plate 0 x 3 Palmeiras. Esse é momento que você imagina que o Palmeiras atingiu o nível de um equilíbrio emocional, técnico e tático. Um time técnico, que sabe o que quer dentro de campo. É um time que joga muito mais reagindo em cima daquilo que o adversário quer fazer, então ele espera muito para ver a reação do adversário porque o sistema de marcação é muito bem definido. Na hora que o time rouba a bola, ele sabe o que vai fazer”, avaliou.
“E na semana seguinte, muda tudo. O Palmeiras tomou um vareio do River Plate. Foi 2 a 0, mas poderia ter perdido de uma maneira pior. Poderia não ter classificado para a final. Acho que o momento marcante não é o jogo, é a semana de Buenos Aires a São Paulo. O que passa nessa semana dá uma casca para o pessoal”, acrescentou.
Em entrevista uma entrevista concedida à RTP, canal de TV de Portugal, recentemente, o técnico Abel Ferreira contou que viu as garrafas de champanhe nas mãos dos argentinos após a partida da volta, mostrando que os jogadores do River Plate confiavam na classificação – o que não aconteceu.
“O River acreditava tanto que podia passar que antes do jogo contra nós poupou o time contra o Boca Juniors e trouxe garrafas de champanhe para celebrar. No final, levaram fechadas para o outro carro. Quando eu vi, perguntei “o que é isso?” Falaram que era a garrafa de champanhe que trouxeram. Eles acreditavam mesmo que era possível passar”, contou o treinador na ocasião.
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O que faltou de respeito do time argentino no primeiro jogo, sobrou ao Palmeiras no segundo: em casa vamos ganhar fácil. Deu no que deu. Inda bem que a sorte nos ajudou.
Joga bola. Chega de frescura
Mesmo com a classificação e o titulo ainda tem chato reclamando ... bando de cornetas do caralho
Que se danem, nós passamos, e fomos campeões......valeu River plate,, joguem bem e percam como sempre, até a próxima freguês!
Falar que o River desrespeitou la é facil, mas falar que no jogo da volta o time levou uma lavada do River que nem viu a cor da bola, ninguém fala né. E olha que no primeiro jogo a equipe poderia ter saido da Argentina com um placar bem maior, mas perdiam gols e ainda davam risadas.
Ainda acho que nosso erro foi não deixar o time treinando em casa como eles fizeram. Deveria levar um time totalmente reserva para o Recife. Do jeito que fizeram, não treinamos nada a semana toda. Isso explica a quase eliminação na partida de volta depois de uma partida tão boa na ida (nossa única semana cheia).