Como fica?
A vitória leva o Palmeiras aos 25 pontos e por mais uma rodada na liderança. Já o Santos fica com 15 e perde a chance de entrar no G-6.
Craque do Jogo
Apesar de não ter feito gols no clássico, o centroavante Deyverson teve papel tático importantíssimo no ataque e participou de dois dos três gols palmeirenses. Bastante ativo, ele foi eleito o melhor da partida pelos comentaristas Casagrande e Caio Ribeiro.
Primeiro tempo
O Santos teve maior posse de bola, rotina em seus jogos, enquanto o Palmeiras criou as melhores chances em jogadas mais diretas e com poucos toques até o gol. Gustavo Scarpa teve a primeira oportunidade, em chute de fora da área, e Deyverson teve um gol anulado por impedimento logo na sequência. O Peixe tentou rodar a bola e levar algum perigo ao goleiro Jaílson, mas teve pouca participação de Marcos Guilherme e Marinho, atacantes que foram bem controlados pelos laterais alviverdes. Aos 18 minutos, o Palmeiras abriu o placar na bola parada: escanteio cobrado por Scarpa, saída de gol errada de João Paulo e cabeceio de Gustavo Gómez para o gol vazio. O Verdão aproveitou o momento de desorganização do rival e aumentou a vantagem três minutos depois, após bola longa para Deyverson e tabela entre Raphael Veiga e Breno Lopes - o herói da final da Libertadores brilhou de novo e chutou sem chances de defesa. Depois dos gols, o Santos voltou a ter a bola (quase 70% de posse), mas só conseguiu furar a defesa palmeirense em cabeçada de Marinho para fora.
Segundo tempo
Fernando Diniz voltou com duas mudanças: Alison e Carlos Sánchez nas vagas de Danilo Boza e Jean Mota. Na prática, o jogo pouco mudou, e o Palmeiras seguiu fiel à sua estratégia. Após mais uma jogada iniciada com lançamento a Deyverson, a bola rodou e chegou até Zé Rafael, que chutou por cima do gol na primeira boa chance do Verdão, aos 11 minutos. Sem sucesso pelo chão, o Santos continuou insistindo pelo alto e "consagrando" Felipe Melo e Gustavo Gómez, que ganharam praticamente todas as disputas. Mas ganhou sobrevida num pênalti bobo de Marcos Rocha em Sánchez, que o uruguaio bateu com perfeição para diminuir: 2 a 1. A partir daí, sim, houve uma pressão mais efetiva da equipe de Fernando Diniz, empurrando o rival para trás, cercando a área e arriscando chutes. O Peixe só não contava com um gol quase sem querer de Willian, após desvio de Deyverson e só confirmado após checagem do VAR. Com 3 a 1 contra, o jogo parecia decidido, mas Marinho sofreu pênalti de Mayke, bateu com perfeição, diminuiu o placar e fez o Santos pressionar até o fim. Só não deu para o empate.
Central do Apito
O VAR teve de ser acionado para validar o terceiro gol do Palmeiras, marcado por Willian e inicialmente anulado por impedimento. O árbitro de vídeo constatou que tanto ele quanto Deyverson, que participou da jogada, estavam em posição legal. O comentarista Sálvio Spinola também concordou com os dois pênaltis marcados a favor do Santos, um em Sánchez e outro em Marinho. "Ângulo e posição. Estava bem posicionado o árbitro", disse Sálvio.
3609 visitas - Fonte: GloboEsporte
Ganhano jogo assim que se ecampeao??