Depósito secreto e protegido por cão de guarda: como o Palmeiras guardou as taças antes de inaugurar memorial

27/8/2021 19:19

Depósito secreto e protegido por cão de guarda: como o Palmeiras guardou as taças antes de inaugurar memorial

Depósito secreto e protegido por cão de guarda: como o Palmeiras guardou as taças antes de inaugurar memorial

A inauguração da sala de troféus do Palmeiras na última quinta-feira marcou o aniversário de 107 anos do clube e fez a torcida encerrar uma longa espera.







Durante mais de dez anos, as taças, camisas e relíquias do clube não ficaram expostas em um espaço nobre e moderno dentro do Allianz Parque, mas sim protegidas em depósitos, guardadas em caixas e até mesmo "vistoriadas" por cães de guarda.



O roteiro dessa história curiosa começa em agosto de 2010, quando a antiga sala de troféus do Parque Antártica foi desativada para dar lugar à reforma no estádio. Na época, os mais de 6 mil itens históricos do Palmeiras precisaram ser levados a um local mais seguro do que uma obra.



A primeira escolha foi por um imóvel no bairro de Pinheiros, cujo dono era o ex-diretor de futebol Salvador Hugo Palaia. Por lá, caixas e grades protegiam os pertences do clube. No ano seguinte o destino das taças despertou uma grande polêmica política. O motivo? Um cachorro.



O Conselho de Orientação Fiscal (COF) questionou no início o gasto mensal de R$ 3 mil para alimentar e manter um cão de guarda no local onde parte do acervo estava armazenado, na Vila Madalena.



O roteiro dessa história curiosa começa em agosto de 2010, quando a antiga sala de troféus do Parque Antártica foi desativada para dar lugar à reforma no estádio. Na época, os mais de 6 mil itens históricos do Palmeiras precisaram ser levados a um local mais seguro do que uma obra.



A primeira escolha foi por um imóvel no bairro de Pinheiros, cujo dono era o ex-diretor de futebol Salvador Hugo Palaia. Por lá, caixas e grades protegiam os pertences do clube. No ano seguinte o destino das taças despertou uma grande polêmica política. O motivo? Um cachorro.



O Conselho de Orientação Fiscal (COF) questionou no início o gasto mensal de R$ 3 mil para alimentar e manter um cão de guarda no local onde parte do acervo estava armazenado, na Vila Madalena.



Mas antes de transferir os milhares de itens para o novo espaço o Palmeiras precisou tomar cuidado especial com o acervo centenário. Nos últimos anos, uma parte das taças ficou guardada em um depósito na zona norte de São Paulo.



Um galpão discreto e sem nenhum acesso ao público foi o escolhido por ser mais seguro e longe de polêmicas. Para utilizar o local, o clube precisava pagar um aluguel.







Ao longo dos últimos anos, o Palmeiras deixou também os principais troféus na sede administrativa, próximos à sala da presidência. Outros também ficaram na Academia de Futebol.


7449 visitas - Fonte: ESPN

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