Athletico-PR e Palmeiras se enfrentam neste sábado (28), às 21h, no Allianz Parque. O estádio do Palmeiras será assim palco de um duelo entre um jogador que "era para ser" e o que "acabou sendo", apesar do começo difícil.
E Abel Ferreira é personagem importante dessa história. Carlos Eduardo apareceu no Palmeiras, no fim de 2018, como o ponta rápido e habilidoso que viria para tapar a lacuna deixada pela saída de Keno. Rony apareceu no Palmeiras no início de 2020. E também era, ainda, o ponta rápido que iria para tapar a lacuna deixada pela saída de Keno.
Como é fácil concluir, a passagem de Carlos Eduardo pelo Palmeiras não foi exatamente o que se esperava. O jogador de US$ 6,5 milhões (R$ 25,2 milhões na época) não teve muitas chances, e aproveitou pouco as que teve. Rony teve um início semelhante. Foram sete meses de clube —considerando que houve quase três meses sem futebol, devido à pandemia— até que o atacante de 6 milhões de euros (R$ 28 milhões) fizesse um gol.
Mas o que houve de diferente entre eles?
Havia um Abel Ferreira no meio do caminho
Até que o primeiro gol de Carlos Eduardo não demorou a sair. Já na sétima partida dele pelo clube, quando as cornetas palestrinas começavam a soar com força, ele decidiu um Choque-Rei no Pacaembu, com um belo chute de fora da área. Parecia que Felipão, que tentara escalá-lo até mesmo como falso 9, tinha ganhado um jogador de volta. Era só aparência.
Carlos jogou mais 12 vezes com a camisa do Palmeiras, uma só como titular, e não voltou a balançar as redes.
Em janeiro de 2020, pouco antes de Rony chegar ao Verdão do Athletico-PR, Carlos Eduardo foi a Curitiba justamente para substituí-lo, num empréstimo de três anos. Rony, ponta-esquerda agudo campeão da Copa do Brasil, já chegou ao Palmeiras com o peso de ser o único reforço da temporada.
Habilidoso, Vanderlei Luxemburgo deu rodagem ao jogador. Mas afobado, Rony ia tropeçando na bola, recebendo vaias e murchando cada vez mais, até que foi para o banco. Foi saindo de lá que ele fez seu primeiro gol pelo clube, em outubro, na goleada por 5 a 0 sobre o Tigre (ARG).
Se Rony ganhava fôlego, Luxa perdia. Mesmo com a boa campanha na fase de grupos da Libertadores, o treinador não resistiu a uma derrota em casa para o Coritiba, por 3 a 1, quatro dias depois da goleada sobre o time argentino, e caiu.
Andrey "Cebola" Lopes foi interino até Abel Ferreira chegar. O português não mexeu muito, de início, nas peças de Cebola e Luxa, e manteve Luiz Adriano e Rony como dupla de ataque. E aí veio o pulo do gato —ou do gajo, no caso. Abel identificou que Rony, com sua explosão, era na verdade a flecha de um ataque que teria Luiz Adriano como arco. Rony virou o centroavante de seu time e o resto é a história que o palmeirense jamais vai esquecer.
Já Carlos Eduardo, no Furacão, ganhou vida nova. O clube do Paraná comprou 20% dos seus direitos federativos e garantiu sua permanência até o fim de 2022. Por lá, joga sob menos pressão e tem encontrado um futebol muito melhor do que nos tempos de Palmeiras, mas nem tanto. No duelo contra seu ex-clube, o ponta deve começar no banco.
3684 visitas - Fonte: UOL
Rony deu certo??? Continua tropeçando na bola, sem enrola todp pra dar um drible, não sabe o que fazer na frente do goleiro, só sabe correr, mais nada. Teve um momento de muita sorte mas acabou e restou a ruindade, fazer o que? É o que temos pra hoje.
Sata safado. Vai comentar no app de seu time. Somos os atuais campeões da libertadores.
Sato gambá!!!!
Cabeça rola de português hj se perder 1+0 ou 6+0 chegou fim 8 mês no Palmeiras técnico demorou ate hj ser mandado empora tenho certeza cabeça voar caralho de português
Rony recebeu aumento ficou igual adriano pipoqueiro mais um incostado como lucas lima hj pipocar 4+0 para atretico atretico ja deu de 6+0 no Palmeiras sera que vai repetir hj