O técnico do Palmeiras defendeu o atacante Rony das críticas por sua atuação na vitória contra o Grêmio neste domingo (31), em Porto Alegre. Abel Ferreira ressaltou participação no segundo gol e apontou que os comentaristas têm um problema na análise: olham só a bola.
“Os estudos dizem que, no futebol, o jogador toca apenas 3 minutos no máximo, em 90 minutos”, iniciou. “Quando vocês veem o segundo gol do Veiga, para abrir aquele espaço entrelinhas, é preciso movimento sem a bola”, disse o técnico do Palmeiras.
“O espaço só abre porque o Rony trabalha sem bola. Portanto, eu não avalio o jogador de acordo com um comentarista. Vocês olham apenas onde está a bola. O treinador não olha apenas onde está a bola. É preciso olhar o todo”, completou Abel Ferreira.
“Agora é muito fácil falar porque ganhamos, mas há jogos em que perdemos e as coisas são bem feitas. O futebol é isso. Vocês só avaliam em função do resultado. A minha função não é de avaliar em cima do resultado. É muito trabalho e resultados. É por isso que estou aqui há um ano. Se não ganhasse, eu já teria ido embora há muito tempo”, concluiu.
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Concordo plenamente com você Luiz Antônio! Eles querem tumultuar o ambiente no Palmeiras, essa imprensa, quase toda, é anti Palmeiras! São raros os que nos apoiam!!
Um repórter do SporTV... não satisfeito com a vitória do nosso Verdão...tentou tumultuar dizendo que o culpado pela invasão foi o Deiwerson..um comentário criminoso e mentiroso...poderia causar uma tragédia...a torcida invadiu insastifeita com o próprio time e destruíram o VAR...e agrediram varios seguranças...gostaria que o nome desse repórter irresponsável viesse a tona... é um irresponsável criminoso...
Se for por esse ponto de vista, o Abel tem razão. O Rony se movimenta o tempo todo, de um lado para outro, é muito rápido mas não pode receber a bola senão é um desastre total. Não sabe dominar, não sabe driblar, não sabe chutar.... é um desastre total. A bola judia dele demais.
O Neto jogou é um comentarista ignorante e sem noção
A maioria dos comentaristas aprenderam futebol nas carteiras da faculdade, nunca pisaram em uma arquibancada e se jogaram futebol eram uns verdadeiros pés de Rato.