Primeira presidente mulher da história do Palmeiras, Leila Pereira negou qualquer conflito de interesse, apesar de suas empresas serem as principais patrocinadoras alviverdes há anos. A alegação é de que, em caso de proposta maior do mercado, ela aceitaria e Crefisa e FAM deixariam o uniforme.
Mas existe um outro ponto que causa preocupação nos conselheiros de oposição no Verdão: os atletas comprados com o dinheiro dela, que se transformaram em uma dívida superior a R$ 160 milhões para o Palmeiras.
Dudu, Borja, Deyverson, Lucas Lima e Guerra foram alguns dos dez atletas adquiridos com o suporte financeiro da patrocinadora.
Se pintar uma proposta, por exemplo, pelo Dudu: Leila vende para quitar a dívida com sua empresa ou segura o atacante pensando no aspecto esportivo? Resposta que só o tempo trará.
Importante: as contratações dos jogadores citados e outros, como Fabiano, Juninho, Luan e Bruno Henrique, foram lançadas como aquisição de direitos de imagem para a realização de campanhas de marketing. Porém, uma denúncia feita à Receita Federal rendeu multa de R$ 80 milhões à Leila Pereira.
A Receita considerou o molde da negociação equivalente a um empréstimo, com imposto a ser pago bem maior. Desde então, Palmeiras e Crefisa redesenharam os acordos e o clube passou a ter a obrigação de devolver o dinheiro em até dois anos após a venda ou saída de cada um dos atletas.
O caso de Guerra é emblemático: o meia deixou o clube no início do ano, com o fim do contrato, sem render qualquer centavo. Desta maneira, o Palmeiras tem até janeiro de 2023 para devolver os R$ 10 milhões investidos, com juros e correção monetária.
2916 visitas - Fonte: Yahoo - Jorge Nicola
RF agiu contra o Palmeiras e Crefisa em governos anteriores. Seria a mando do Gambá CAPO da corrupção? Não sei. Só gostaria que a RF explicasse porque a MRV pode encher o Atlético MG de dinheiro e não é multada e não se fala em ressarcimento.
Quantas fofocas e invejas em cima do glorioso Palmeiras, faltas de noticias dão nisso...