Até a noite de sexta-feira (7), os testes de sete jogadores do Palmeiras para detecção de coronavírus haviam retornado positivos: Weverton, Gustavo Scarpa, Rafael Navarro, Gabriel Menino, Deyverson, Patrick de Paula e Breno Lopes. Mas isso não é motivo de pânico no Palmeiras, nem mesmo com a estreia do time no Mundial de Clubes acontecendo em um mês.
Pensando no torneio, o importante para o Palmeiras é que os jogadores não contraiam a doença depois do dia 15 de de janeiro, aproximadamente. Com o período médio de recuperação e negativação variando entre 10 e 15 dias, e o embarque do time para Abu Dhabi previsto para 2 de fevereiro, essa janela é a melhor garantia de que ninguém será barrado.
Mas levando-se em conta o fato de que a doença debilita a pessoa infectada —mesmo os atletas—, seria até mais conveniente que os casos positivos acontecessem o quanto antes, uma vez que, diante do contato que os jogadores já tiveram, as infecções parecem quase inevitáveis.
O pânico também não se instala porque todos os jogadores, comissão técnica e estafe foram submetidos a pelo menos duas doses de vacina, algo que vêm se mostrando altamente eficaz na atenuação de sintomas e prevenção de óbitos. E a maior parte do grupo já contraiu covid-19 sem maiores consequências.
Por fim, estando contaminados, os jogadores ficam forçadamente isolados por um período. E, ao retornar, serão submetidos a processo de monitoramento mais rígido por parte do clube, algo que não pôde ser feito nas férias e que tende a evitar futuras contaminações daqueles que não tiverem ficado doentes —bem como reincidências.
Por conta de todo este cenário, de início, o clube não vai tomar qualquer medida drástica, como a adoção de confinamento ou isolamento no estilo "bolha".
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