O assédio de times da Europa a joias palmeirenses após o título da Copinha 2022 foi um dos temas abordados por Mauro Cezar no quadro "Fala, Maurão". O colunista do UOL Esporte aprova a resistência do clube alviverde -que recentemente, por exemplo, recusou proposta do Ajax-HOL por Giovani- e diz que seu equilíbrio financeiro permite adotar tal postura no mercado da bola.
"Jogadores jovens, quando assediados, na maioria das vezes, são negociados pelos clubes brasileiros, mas alguns conseguem resistir. É o caso do Palmeiras. Isso, evidentemente, está conectado à situação financeira do clube. O clube com equilíbrio financeiro não precisa aceitar qualquer proposta por seus jovens jogadores. Faz muito bem em resistir", diz Mauro.
"Mas, convenhamos, sabemos que se essas propostas chegarem a patamares muito elevados, como já aconteceu com muitos jogadores, o Palmeiras vai acabar cedendo e negociando seus atletas, o que também não é nenhum absurdo", analisa.
"Quando você tem um jogador muito novo valendo dezenas de milhões de euros, a venda acaba sendo interessante. Primeiro porque você não sabe se esse jogador vai virar, de fato, um grande craque. Segundo porque esse dinheiro dá uma bela oxigenada nas finanças e permite, inclusive, contratações imediatas de jogadores prontos que vão dar retorno agora", acrescenta.
Para Mauro Cezar, o Palmeiras acerta ao não acelerar a venda de suas promessas e diz que cabe aos interessados aumentar a proposta e chegar a um valor interessante ao clube brasileiro.
"O Palmeiras, para a sua sorte, não precisa se curvar à primeira oferta que aparece. Os interessados que elevem os valores de suas propostas para tentar convencer o campeão da Libertadores a negociar jovens jogadores, que, por valores elevados, podem até significar bons negócios se vendidos para o futebol exterior", completa.
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É isso. Não existe jogador invendável. Existe o preço justo a se pagar. Se chegar no valor correto leva, simples assim
MAURO FEZES. COMPARTILHO COM O SEU PENSAMENTO 100 MILHOES E 100 MILHOES ...E PRONTO