Neste fim de semana, mesmo entrando em campo, o Palmeiras vai ter um último respiro entre a recente disputa da Recopa e o vórtice de três clássicos seguidos para o qual será sugado a partir da próxima quinta-feira, dia 10 de março.
O jogo contra o Guarani neste domingo (6), às 16h, no Allianz Parque, será o último antes de o time de Abel Ferreira encarar o São Paulo, no Morumbi; o Santos, em casa (dia 13) e, novamente no Allianz Parque, o Corinthians, no dia 17, domingo.
Quem conhece minimamente o ambiente e a torcida do Palmeiras sabe que pouco importará a recente conquista, a quarta de Abel pelo Alviverde. Se uma sequência negativa abater o time diante dos três maiores rivais, a breve calmaria que hoje paira sobre a Academia de Futebol vai para o espaço.
Os números do Palmeiras de Abel, na soma dos clássicos, destoam de seus números gerais pelo Palmeiras. Seu desempenho diante dos outros grandes do Estado é bem inferior à sua média geral de pontos.
Desde 5 novembro de 2020, Abel disputou 17 clássicos, tendo ganhado sete, empatado seis e perdido quatro, perfazendo 53% de aproveitamento neste tipo de partida. Para comparação, Abel e sua comissão têm aproveitamento geral de 60,9% dos pontos disputados.
O São Paulo é o rival contra quem Abel tem o pior desempenho numericamente falando. Foram três empates, três derrotas e apenas uma vitória, com 28,5% de aproveitamento. Mas não foi qualquer vitória. Os 3 a 0 no Allianz Parque, de agosto de 2021, classificaram o time para a semifinal da Libertadores.
Contra o Corinthians, são duas vitórias, um empate e uma derrota -58,3%. Já contra o Santos, a superioridade palmeirense é enorme. Invicto, Abel tem um empate e três vitórias -uma delas, o 1 a 0 que deu ao Verdão o bi da Libertadores, em 30 de janeiro de 2021: 83,3% de pontos conquistados.
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