Contratado para a vaga de Syvlinho, Vitor Pereira perdeu mais um clássico à frente do Corinthians. Na última quinta-feira (17), no Allianz Parque, o Palmeiras venceu o Alvinegro por 2 a 1. É válido ressaltar que na fase inicial do Campeonato Paulista, o Timão perdeu todos os clássicos que disputou.
Logo após a partida, na entrevista coletiva, Vitor Pereira ressaltou que necessitará de tempo para trabalhar e que ‘não faz milagres’.
“Fundamentalmente, foram dois clássicos jogados, um com três dias de trabalho e outro com duas semanas, contra um clube que tem dois anos de trabalho. Eles têm dois anos de trabalho, nós, duas semanas. Não é fácil construir um processo de jogo, não faço milagres, não tenho varinha mágica, não sou mágico”.
O português ressaltou ainda a pressão sofrida pelo Corinthians pelo Palmeiras, principalmente no primeiro tempo e que faltou um pouco mais de paciência e entendimento da partida por parte do Alvinegro no Allianz Parque.
“Hoje tivemos um adversário mais forte, mais agressivo do que a Ponte Preta, um árbitro que deixou também que a agressividade estivesse sempre no limite e não conseguimos de fato nos libertar daquela pressão”.
“No segundo tempo tivemos um bocadinho mais de paciência, que foi um erro que cometemos na primeira parte, quando a bola entrava no corredor e queríamos acelerar, entrar nesse corredor, não tivemos a intenção de ligar corredores, tivemos dificuldades por aí e por alguma falta de mobilidade”.
“No segundo tempo já não vi o Palmeiras da mesma forma, conseguimos libertar-nos em alguns momentos, e o que acabou por decidir o jogo foi uma falta que para mim não foi, na entrada da área, e depois acabamos por sofrer o gol nesse escanteio”, finalizou.
O Corinthians encerra sua participação na fase de grupos do Campeonato Paulista neste domingo (20), às 16h, diante do Novorizontino, fora de casa. A equipe se classificou com antecedência para a fase final da competição.
Vitor Pereira, Palmeiras, Corinthians, Campeonato Paulista
3159 visitas - Fonte: https://www.espn.com.b
Não faz milagres nem entende o que vê vê, levou um passeio.
O choro é livre. Chupa gambazada...