O goleiro Weverton foi mais um dos líderes do Palmeiras a criticar a arbitragem da final perdida por 3 a 1 contra o São Paulo, na noite desta quarta-feira (30), pelo jogo de ida da final do Paulistão. Para ele, o VAR deveria deixar os árbitros mais livres para decidirem sobre os lances, interferindo somente em erros óbvios e claros.
"Vou falar do pênalti, no último minuto do primeiro tempo. Totalmente interpretativo. Se for jogar na mesma medida, teríamos dois pênaltis, no Wesley e no Gómez. Talvez aí começou um pouco da nossa derrota", afirmou o camisa 21 alviverde, ao ponderar que a decisão do árbitro Douglas Marques, que inicialmente não marcou a penalidade, deveria ter prevalecido.
Segundo Weverton, lances em que a revisão é solicitada têm um forte potencial para induzir na decisão do juiz. "Quem chama tem que deixar o árbitro ser a autoridade dentro de campo. O VAR vê o que quer. Umas coisas vê, outras coisas não vê."
O goleiro também deu explicações a respeito da polêmica sobre seu retorno da seleção brasileira após um trauma na mão esquerda, com recuperação a tempo de jogar o Choque-Rei no Morumbi.
De acordo com ele, depois de seu dedo inchar por uma bolada durante um treinamento pela equipe de Tite, havia pouquíssimo tempo para tomar a decisão por sua permanência ou para chamar outro nome da posição.
"O doutor tinha que tomar uma decisão naquele momento, não tinha como esperar. E foi decidido naquele momento que era melhor cortar para pensar na melhor alternativa e ter um goleiro para viajar com a delegação. Então voltei ao clube, já tinha saído medicado de lá, comecei o tratamento e vim pro jogo com condição de jogar. Graças a Deus, não tive nenhum problema com o dedo", disse.
A respeito do confronto de volta, Weverton acredita que o time possui condições de reverter o placar. "Temos que estar com a cabeça boa e acreditar. Mais uma oportunidade de, dentro da nossa casa, fazer uma grande partida e buscar o título", concluiu.
Dudu diz que virada é difícil
Após ser perguntado sobre a possibilidade de uma virada, o meia-atacante Dudu afirmou que acredita ser difícil, mas que há de se acreditar.
"A gente é muito forte no nosso estádio, e contamos com o apoio da torcida para reverter o placar domingo. Fizemos um bom começo de jogo, poderíamos ter aproveitado as possibilidades", avaliou Dudu, e prosseguiu. "Vamos descansar e trabalhar para reverter isso."
A segunda partida da final ocorre no Allianz Parque, às 16h (de Brasília) do domingo (3).
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Se vc jogar com mais ânimo talvez o Palmeiras pode acreditar, vc e meia dúzia de jogador que parecia que estavam morrendo.