Técnico do Juazeirense, rival de hoje, é palmeirense roxo

11/5/2022 15:35

Técnico do Juazeirense, rival de hoje, é palmeirense roxo

"Chorei e sorri com o Palmeiras"

Técnico do Juazeirense, rival de hoje, é palmeirense roxo

– Você é nascido em qual cidade?
– Palmeiras.
– E quem nasce lá é o quê?
– Palmeirense. E eu sou palmeirense! (risos)



Juazeirense e Palmeiras, se enfrentam hoje (11), em Londrina, às 19h, pela terceira fase da Copa do Brasil. O treinador encara o time do coração para tentar fazer (ainda mais) história com o clube baiano.

Barbosinha não esconde: além de ter nascido na cidade que tem o mesmo nome do adversário, é torcedor do atual bicampeão da América.

– Minha história com a cidade de São Paulo e com o Palmeiras é muito bonita. A gente conheceu o futebol através do Palmeiras, aprendeu a gostar do futebol através do Palmeiras. Eu chorei e sorri com o Palmeiras. As grandes conquistas. As grandes decepções. Perder o título em 1978 foi terrível para nós. Perder o Leão, que era meu ídolo, para o Vasco, perder o Luís Pereira e o Leivinha para o Atlético de Madrid foi terrível, quando a gente começa a ver a Academia se desfazer. Sou um palmeirense que conhece a história do clube toda por ter sido palmeirense de verdade.

– Sou torcedor do Palmeiras da primeira Academia. Campeão brasileiro de 1972 e 1973. Estava no título contra o Corinthians, gol de Ronaldo, em 1974. Um dos grandes jogadores do Palmeiras naquele título da Libertadores de 1999, o Oséas, começou com a gente no Galícia. A gente tem uma história muito bonita com o Palmeiras. Por ter nascido em Palmeiras, sou palmeirense. E adoro a cor verde – contou.

Nascido na cidade baiana, Barbosinha teve uma influência familiar para adotar o Palmeiras como clube do coração depois da ida para a capital paulista.

– Meu tio Nildo, que mora até hoje na Vila Rosa, era palmeirense doente, e aí me induziu, me deu uma camiseta do Palmeiras no Natal. Eu tinha cinco anos e comecei a gostar do Palmeiras. Ele me levou pela primeira vez ao estádio num jogo contra o Ceará no Brasileiro de 1974 ou 1973. E aí começou minha história com o Palmeiras, de torcer mesmo, de ser fã de carteirinha – disse o treinador.

– Você não deixa de torcer para um clube, você não deixa de amar o clube. Quando você é torcedor mesmo, você troca de mulher, de carro, mas não troca de clube. Eu costumo dizer que nesse jogo eu não sou perdedor, sou vencedor. Tanto faz, vou estar feliz. Claro que vou defender minha profissão, mas o amor que eu sinto pelo clube não vai morrer. A gente trabalha no futebol, mas você é apaixonado por alguma coisa no passado. E eu acho muita falta de personalidade você não demonstrar o amor que você tinha por um clube no passado e tem até hoje.

A Juazeirense é considerada uma zebra na disputa contra o Palmeiras. Nesta quarta-feira, a equipe baiana, que decidiu passar o jogo para o estádio do Café, em Londrina (PR), precisa vencer por um gol de diferença para levar a decisão para as cobranças de pênaltis.

Uma vitória por dois ou mais gols de diferença coloca a equipe nas oitavas de final da Copa do Brasil. Pode ser difícil, mas há confiança na classificação.

– Nós acreditamos muito. No futebol, temos que acreditar. Você não pode ir para Londrina fazer turismo. Mostramos que é possível fazer um jogo interessante contra o Palmeiras. É claro que a dificuldade é enorme, a diferença de elenco é enorme, mas o espírito, a vontade de vencer, a superação de derrubar o gigante também são enormes. O adversário por si só motiva todos os jogadores. O momento do adversário motiva mais ainda. Os títulos do adversário são um motivador maior. Talvez seja para alguns jogadores o último grande jogo da história deles. Isso faz com que eles busquem fazer um jogo de excelência e superar tudo em todos os aspectos: emocional, físico e técnico – avaliou.


3057 visitas - Fonte: verdaoweb.com

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Muita satisfacao em saber que o tecnico do Juazeirense e torcedor fanatico do Palmeiras. Parabens. E alem disso e um tecnico competente

Nilson Severino     

Problema wue o Sr. Assoprador de apito Dilcidio Wanderley Boschilla odiava o Leão, tanto que contra os gambás fez voltar 3 vezes os pênaltis que o Leão defendia, até sair o gol na 4a vez. Contra o Guarani deu pênalti e expulsou o Leão. Um ano antes fez de tudo pros gambás sairem da fila, junto com o Rui Rey da Ponte Preta.

Eu estava no Morumbi,nesta final do campeonato de 1978,estava atras do gol do Leão, quando ele fez aquela besteira,so coloquei a mão na cabeça e pensei, fudeu...

O Guarani tinha um timaço, mesmo sendo palmeirense, não consigo esquecer a formação da equipe deles, Neneca, Edson, Mauro Cabeção e miranda, Zé carlos, Renato Pé Murcho e Zenon, Capitão,careca e Bozó,jogavam muito,quem como eu,acompanhou o campeonato Brasileiro de 1978,sabem o que esta equipe do Guarani jogava, dominaram o Palmeiras nos dois jogos,eles eram muito superiores, mereceram demais o título,ganharam dentro de campo

Galileu Vitti     

Mais palmeirense q muitos q so prestam pra reclamar nesse app

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