O Palmeiras inicia nesta quarta-feira, contra o Tigre, às 19h15, na Argentina, mais uma corrida pelo seu segundo título da Libertadores da América – o Verdão foi campeão em 1999. Será a 20ª participação do time na competição. E até por isso não faltam histórias.
Abaixo, portanto, relacionamos seis momentos inusitados do Palmeiras na Libertadores. Alguns mais famoso e outros que (talvez) o torcedor não saiba ou não se lembre.
A "quase tragédia" de avião
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Na primeira participação, em 1961, o elenco do Palmeiras passou um grande susto. Após o empate em 2 a 2 com o Santa Fé, em Bogotá, o voo da delegação fez escala em Quito, no Equador. Na hora de sair do aeroporto para voltar a São Paulo, por muito pouco o avião não sofreu um acidente grave.
A aeronave pegou velocidade na pista, mas não conseguiu levantar voo. Um dos motores começou a soltar fumaça preta e, na sequência, estourou. O fato causou pânico em todas as pessoas presentes. O piloto, porém, conseguiu desligar o avião antes que houvesse um acidente e estacionou perto do fim da pista. Apesar do pânico provocado pela situação, ninguém se machucou.
Chute de Edmundo em câmera
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A derrota por 1 a 0 contra o El Nacional, em Quito, não foi o maior problema enfrentado pelo Palmeiras no Equador, durante a Libertadores de 1995.
Na saída de campo, Edmundo se desentendeu com um cinegrafista e chutou a câmera do profissional após ele cair no gramado. A imagem foi transmitida e rodou o continente.
A delegação alviverde deixou a cidade sem Edmundo, que virou alvo da polícia local. O atacante só conseguiu deixar o país dias depois.
Cafezinho da discórdia
O Palmeiras não encontrou muita dificuldade para golear o Strongest, da Bolívia, no Palestra Italia, na fase de grupos da Libertadores de 2000.
Os poucos sustos permitiram até ao goleiro Marcos pedir e tomar um café ao lado da trave. A imagem desagradou aos bolivianos, que entenderam a atitude como provocação. Em La Paz, o Strongest venceu por 4 a 2, e o goleiro sofreu com a ira dos torcedores e jogadores do adversário.
Comboio de carros na Bolívia
O Palmeiras enfrentou uma maratona pela Bolívia na Libertadores de 2009. Para minimizar os efeitos da altitude de Potosí, onde enfrentaria o Real Potosí, o Verdão optou por iniciar sua preparação na cidade de Sucre.
Mas o trajeto de 162 km entre as cidades foi de carro, no dia da partida. O clube alugou 12 veículos – 10 carros e duas caminhonetes – para levar a delegação palmeirense, já que as condições da estrada eram precárias. O elenco chegou ao estádio cerca de duas horas antes do jogo.
Agressão ao bandeirinha
O Palmeiras pressionava para tentar empatar o jogo com o Boca Juniors, pela volta da semifinal da Libertadores de 2001, quando um torcedor invadiu o gramado do antigo estádio Palestra Itália e agrediu um dos auxiliares.
O Verdão teve um gol anulado, além da expulsão do zagueiro Alexandre no primeiro tempo. Depois de sair perdendo por 2 a 0, os palmeirenses empataram e levaram a decisão para as cobranças de pênaltis. A vitória, porém, foi dos argentinos.
Duelo com o Fenômeno
O Palmeiras teve como rivais na fase de grupos da Libertadores de 1994 o Cruzeiro e os argentinos Boca Juniors e Velez Sarsfield.
Além de ser o responsável pela maior derrota da história do Boca em torneios sul-americanos – 6 a 1 para o time de Vanderlei Luxemburgo –, o Verdão enfrentou Ronaldo Fenômeno no início de carreira pelo clube mineiro. O então jovem atacante, porém, não teve grande destaque nos confrontos.
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