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O aditamento às convenções coletivas foi assinado pelo Sindi Clube (patronal dos clubes), Sindesporte (sindicato dos funcionários de clubes), Sinpefesp (educadores físicos de São Paulo) e Fepefi (nacional dos educadores físicos). Pelo acordo, em clubes em que há paralisação dos trabalhos, os os salários podem ser reduzidos em até 25%, desde que dentro de um limite de R$ 1.045, valor do salário mínimo.
Também ficou acertada a possibilidade de concessão de férias coletivas e individuais, de antecipação do gozo de férias e compensação de horas. Os clubes, em troca, se comprometem a alterar horários de entrada e saída de funcionários para evitar aglomeração em transporte público e a garantirem os empregos durante a vigência do aditivo, até 30 de junho.
"O acordo levou em conta, principalmente, a queda das receitas nos clubes em decorrência do isolamento social imposto pela pandemia do Covid-19, tendo como objetivo preservar os empregos nas agremiações", explicou o presidente do Sindi Clube, Paulo Movizzo.
No futebol, os clubes têm tentado negociar com jogadores e profissionais do departamento de futebol a concessão de férias e a redução de salários. Ontem (1), o São Paulo anunciou que chegou a um acordo para conceder férias coletivas ao departamento de futebol até 21 de abril.
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Verglnhoso corta dos trabalhadores normais como jogadorws fossem Deus dentro de um Club