Virou comum ouvir aqui e acolá que “Estadual não vale nada” e que os “clássicos valem mais do que os Estaduais”. Eu não consigo fazer essas observações com segurança. Primeiro, porque ainda dou um bom valor aos Estaduais, apenas os encurtaria, transformaria essa tradicional disputa em algo como a Copa da Liga da Inglaterra, o quarto torneio em importância para um clube inglês que disputa competições continentais. Segundo, porque um título, normalmente, tende a ficar mais marcado na história para um torcedor do que um único clássico no meio de uma competição qualquer. Mas entendo quem pensa hoje que o clássico vale mais do que os Estaduais, e temos visto neste ano uma série de encontros épicos entre rivais regionais.
Começando pelo Dérbi paulista, um final improvável selou um 2 a 2 com o Corinthians saindo de 0 a 2 no final da partida para um empate heroico com dois jogadores a menos em campo, com um zagueiro terminando no gol o jogo em Barueri. Os corintianos haviam perdido os outros dois clássicos no Campeonato Paulista : viram o fim do tabu em Itaquera diante do São Paulo (outro clássico que não será esquecido tão cedo) e caíram na Vila Belmiro diante do Santos em duelo com erro de juiz contra o Timão.
Tudo estava se encaminhando para uma goleada diante do Palmeiras, que desperdiçou boas chances para ampliar o marcador diante de um alvinegro um tanto perdido dentro de campo. No entanto, quando a situação ficou desesperadora para o Corinthians, que teve seu goleiro e ídolo Cássio bem expulso, o tal do imponderável do futebol se manifestou com força.
Sem Yuri Alberto, que saiu de campo com fratura, Garro achou uma falta de longe, e Weverton, um goleiro de seleção, falhou feio ao recolher as mãos e não acreditar no gol corintianos, assim como quase ninguém acreditaria nessa igualdade ímpar. Abel Ferreira, possivelmente o melhor treinador da história do Palmeiras, chamou o futebol de “mágico” para explicar o surpreendente empate com o Corinthians.
Famoso por ter sempre um “plano”, o treinador português mostrou na coletiva uma certa impotência por não saber lidar direito após o minuto 87 com uma situação de tamanha vantagem do seu time em campo. Guardadas as devidas proporções, aquela incrível virada alviverde sobre o Botafogo no Brasileiro passado se viu agora contra o time de Abel, que preza muito, até em livro, pela força mental de uma equipe de futebol.
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